Echoing Stories 2 in Marseille, with my photographs from Cartographies of Play, recommended in La Provence’s weekend picks.
Read MoreOnline publications
Libération — Identités au carré avec la photographe Julia Gat
Identités au carré, my photographic residency at CAVILAM – Alliance Française for Portrait(s) 2026 in Vichy, featured in Libération.
Read MoreS-quive — "Echoing Stories 2" : quand le foot de rue raconte nos territoires
L’exposition "Echoing Stories 2" est un hommage au foot de rue, au rôle social qu'occupe le sport dans nos vies. L'identité et le territoire sont capturés par trois photographes, tel un documentaire social. Visibles jusqu'au 15 juin prochain à La Montgolfière Canal, les clichés seront exposés à Brooklyn, puis à Marseille à l’automne prochain.
Read MoreUnidivers — Portrait(s) 2026 à Vichy, David LaChapelle, le Bicentenaire de la photographie et une ville-laboratoire du portrait
Identités au carré, my residency at CAVILAM – Alliance Française, presented in Unidivers’ feature on Portrait(s) 2026 in Vichy.
Read MoreNuméro — Coupe du monde 2026 : les évènements incontournables à Paris
Echoing Stories 2 at La Montgolfière, with my photographs from Cartographies of Play, featured in Numéro’s guide to the 2026 World Cup in Paris.
Read MoreFeatured on Documents d’artistes PACA
My artist dossier is now published on Documents d’artistes PACA, the regional platform dedicated to documenting and sharing the work of contemporary visual artists.
Read MoreIchtus Magazine — Naissance d'un collectif engagé : SOLAR investit Marseille et Arles
The launch of SOLAR, the Marseille-based collective of women photographers I co-founded, covered by Ichtus Magazine.
Read MoreMarie Claire Korea - FIVE
Mare Internum was featured in Marie Claire Korea, highlighting the project’s intimate exploration of the Mediterranean as a space of memory, circulation, and belonging, and its poetic approach to weaving personal narratives with broader cultural landscapes.
Read MoreThe Guardian — Close encounters: Arles festival of photography – in pictures
A photograph from Mare Internum featured in The Guardian’s gallery of the 2024 Rencontres d’Arles.
Read MoreJournal Ventilo - Bords de mer
Here’s a short quote extracted and adapted from the text:
“Julia Gat has captured, as she knows so well how to do, familiar and often youthful portraits: light moments of laughter, a jump, an escape, a strand of hair being wrung out, but also lost gazes toward the open sea, toward this Mediterranean, Mare Internum, where everyone, according to their own story, can project themselves.”
Read More— Ventilo Magazine, June 12, 2024, Aline Memmi
The Independent Photographer — Les Rencontres d'Arles 2024
A photograph from Mare Internum featured in The Independent Photographer’s preview of the 2024 Rencontres d’Arles.
Read MorePublico: Encontros da Imagem regressam a olhar para o futuro do planeta e da cultura
Encontros da Imagem regressam a olhar para o futuro do planeta e da cultura
A 33.ª edição do festival volta a Braga – e estende-se a Barcelos, Guimarães e Porto – com 49 exposições, em busca de respostas para as grandes inquietações da actualidade.
14 de Setembro de 2023, 8:25
Encontros da Imagem regressam a olhar para o futuro do planeta e da cultura
Estão em marcha os últimos preparativos para a inauguração, esta sexta-feira, 15 de Setembro, da 33.ª edição do festival internacional de fotografia Encontros da Imagem, este ano dedicados ao tema Ensaio Para o Futuro. A representatividade, a inclusão, a sustentabilidade ambiental e os movimentos sociais, que têm sido mote de inúmeros festivais de fotografia e eventos de artes visuais por todo o mundo ao longo dos últimos anos, atravessam as 49 exposições e instalações distribuídas por 24 espaços das cidades de Braga, Guimarães, Barcelos e Porto.
https://www.publico.pt/2023/09/14/culturaipsilon/noticia/encontros-imagem-regressam-olhar-futuro-planeta-cultura-2063257
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Encontros da Imagem regressam a olhar para o futuro do planeta e da cultura
A pandemia, momento que forçou uma reflexão colectiva acerca do futuro do planeta e da humanidade, precipitou a escolha das temáticas da presente edição, refere ao PÚBLICO Simone Almeida, que, em conjunto com Carla Bacelar e Noora Manty, dirige o festival. “Sabemos que não estamos bem, que a nossa sociedade não é funcional, que estamos a sobreexplorar o planeta, e quisemos, através dos trabalhos que seleccionámos, propor uma reflexão em torno de novas formas de organização, de modos de vida e de criação.”
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Encontros da Imagem regressam a olhar para o futuro do planeta e da cultura
O conceito de “monstruosidade” traspassa o trabalho de Diego Moreno, assim como o do fotógrafo suíço Matthieu Croizier, que utiliza o seu corpo de forma performativa para construir “uma carta de amor ao anormal, uma renúncia à normalidade” com base em auto-retratos – um acto de resistência ao estigma associado à comunidade LGBTQI+, de que faz parte. A comunidade queer encontra também representação nos trabalhos de Pauliana Valente Pimentel, que se debruçou sobre a cidade de Braga para encontrar os seus sujeitos fotográficos, e de Victoria Jung, que documentou a realidade de exclusão experienciada pelos autodenominados “queerdos” de Nova Orleães, nos Estados Unidos.
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Envolver o público
Em paralelo às exposições, o festival lança anualmente três open calls – Emergente, Discovery Award e Photobook – que têm como objectivo a captação de talento emergente e a distinção dos melhores fotolivros do ano. “Recebemos, este ano, 853 candidaturas de 59 países”, um número superior ao de edições anteriores, sublinha Simone Almeida.
O primeiro prémio, Emergente, no valor de cinco mil euros, é atribuído com base em leitura de portfólios, um evento que se realiza estas quinta e sexta-feira no Theatro Circo, em Braga, e que dá a 75 fotógrafos em início de carreira a oportunidade de apresentarem os seus projectos a especialistas. Este ano, o evento conta com a presença de Sarah Gilbert, editora de fotografia do jornal britânico The Guardian. O prémio Discovery concede a 30 fotógrafos a oportunidade expor no festival, a par dos artistas convidados, em formato físico ou através de projecção, e concede a um deles o prémio de mil euros.
Para além disso, haverá várias conferências dedicadas à fotografia, visitas guiadas às exposições, apresentações de livros, ciclos de cinema e mais exposições de rua. “O festival é muito conhecido internacionalmente, existe há mais de 30 anos e já é uma referência, mas por vezes é difícil estabelecer a ponte com as pessoas que vivem em Braga”, aponta Simone. “Queremos apostar numa maior interacção com elas, queremos envolvê-las nos Encontros. Esse é o objectivo principal desta edição.”
L'oeil de la photographie : Arthur Dayras’ Favorite – Julia Gat in Galerie Sit Down
MAY 10, 2023
Arthur Dayras is the head of Marketing and Partnerships. Here is his favorite.
In Paris, the Sit Down Gallery welcomes the four winners of the Prix Polyptiques (Julia Gat, Andrea Graziosi, Jeanne and Moreau) organized since 2018 by the Center Photographique de Marseille.
Among the four winners, I retain the intimate and sparingly composed wall of Julia Gat. On this one unfolds fifteen years of immortalizing his loved ones, in a family environment that has now disappeared, where memories emerge, the period of childhood, the freedom of his brothers and sisters, and finally photography. More than an autobiographical story, I find it a powerful story about love and family, and a lot of elegance.
Selections Arts Magazine — Julia Gat at the Drawing Room Gallery Hamburg & Winners of the Prix Polyptyque
Khamsa khamsa khamsa in the Prix Polyptyque winners exhibition at the Drawing Room Gallery, Hamburg, reviewed by Selections Arts Magazine.
Read MoreDer Greif Guest Room: bindi vora
Guest Room aims to spark collaboration. Bindi Vora, photographic artist, associate lecturer at LCC, and curator at Autograph London, along with Justine Ellis, photographer and co-director of Perimeter Books, have decided to join forces. Together, they are currently working on Bindi Vora's upcoming book "Mountain of Salt".
To guide the submissions for their Guest Room, Bindi Vora and Justine Ellis asked to send through a word accompanying each exhibition, following the unique framework: "A picture is worth a thousand words but maybe it only needs one."
L'Humanité — La photo méditerranéenne monte à Paris
Khamsa khamsa khamsa in the Prix Polyptyque winners exhibition at Galerie Sit Down, Paris, reviewed by L’Humanité.
Read MoreThe Guardian - I’ll be my mirror: sizzling self-portraits – in pictures
Marriage, injury, anxiety and grief are all explored in the these stunning images from the Mirror of Self exhibition at PhotoBrussels festival
Thu 19 Jan 2023 07.00 GMT
Sara, France, 2011, from the series Khamsa khamsa khamsa, 2012-2022
This series is the result of a 20-year process, begun by Julia Gat at the age of 14. Gat tells the story of her childhood and adolescence, growing up alongside her two brothers and two sisters. It is a visual autobiographical narrative in the form of a family archive. Her mother used to say ‘the archive keeps that world we lived in as a real place, which otherwise could be easily mistaken for a dream’
Interview x WdKA: Alumni Julia Gat wins Steenbergen Stipendium Public Award 2021
The Steenbergen Stipendium Public Award 2021 went to WdKA alumni Julia Gat. It is the oldest photography award in the Netherlands and has been accompanied by an exhibition of the nominees’ work in the Nederlands Fotomuseum ever since its first edition. Julia's work, together with the other four nominees, is exhibited there from 3-12-2021 until 13-02-2022. In this short interview, she tells more about the winning project 'khamsa khamsa khamsa', her choice to study at WdKA and her plans for the future.
Read Moreportfolio x médiapart: "L’éducation sans école" 2020
Depuis 2010, Julia Gat, âgée alors de 13 ans, photographie le quotidien de ses frères et sœurs, qui ne sont pas scolarisés et qui, comme elle auparavant, suivent des cours et des activités choisis par rapport à leurs propres centres d’intérêt. Elle a élargi ensuite son propos aux enfants d’autres familles éduqués de même en France, en Israël, puis aux Pays-Bas. Ce travail, nommé Unbringing, empli de couleurs et d’énergie, illustre une certaine idée de la liberté de l’enfance et a convaincu le jury du prix Isem (ImageSingulières, ETPA, Mediapart) pour la photographie documentaire, qui lui a accordé le prix Jeune 2020 (pour les autres prix décernés, lire ici).
« Upbringing (2010-2020) est une série photographique documentant l’enfance épanouie. Des jeunes, en plein jeu ou en voyage, animent ces corps libres, débordants d’énergie. Leurs dynamiques de groupe, à la limite de la chorégraphie, me servent comme terrain de recherche visuelle sur la relation de l’individu à son environnement, écrit Julia Gat en guise de présentation de son travail. Les contrastes et couleurs vives reflètent la pureté de leur quotidien, une certaine fraîcheur. »
« La particularité de ces enfants repose sur leurs environnements éducatifs : des modèles alternatifs. […] Une sensation de liberté et de curiosité ludique stimule le développement, le changement, l’apprentissage. Upbringing va au-delà de la documentation traditionnelle pour représenter l’enfance d’une manière inédite : il permet ainsi de questionner notre perception du processus éducatif, surtout lorsque l’apprentissage se retrouve dans tous les aspects de la vie. Au fil des années, le projet développe une volonté de mettre en lumière la multiplicité des formes éducatives, dans ce monde en transition. »
[…]
« Upbringing est une invitation ouverte à jeter un regard actif sur le monde autour de nous, une contemplation de ces moments d’entre-deux qui composent notre quotidien. En contribuant à la discussion sur la photographie comme catalyseur de changement positif, Upbringing célèbre la recherche d’innovation dans l’éducation, la possibilité d’une enfance plus libre. »
Fisheye Magazine: lauréats des Prix ISEM 2020
Christian Lutz et Julia Gat, lauréats des Prix ISEM 2020
Les Prix ISEM, consacrés à la photographie documentaire, ont récompensé cette année deux lauréats : Christian Lutz et Julia Gat. Deux auteurs développant des visions aussi dissemblables que nécessaires.
Depuis trois ans, ImageSingulières, l’ETPA et Mediapart s’associent pour décerner deux prix photographiques, destinés à accompagner des auteurs dans la réalisation d’un projet sur lequel ils travaillent depuis plusieurs mois, voire plusieurs années. Lors de cette édition, près de 220 candidats ont présenté au jury leurs travaux. Christian Lutz, photographe suisse a remporté le Grand Prix ISEM, ainsi qu’une dotation de 8000 euros pour poursuivre Citizens. Le Prix Jeune Photographe ISEM – dédié aux moins de 26 ans – a quant à lui été attribué à l’auteure d’origine israélienne Julia Gat, qui reçoit 2000 euros pour développer son travail sur les enseignements alternatifs.
De l’extrémisme à l’insouciance
Explorant différentes formes d’écritures photographiques, les lauréats s’intéressent tous deux aux enjeux sociétaux. Dans Citizens, Christian Lutz documente les mouvements populistes en Europe. « Leurs arguments nous renvoient à nos frontières physiques et symboliques, préparent le terrain de la guerre sociale, des phobies, des asphyxies de la pensée, et du lien humain », déclare le photographe. Après la Hongrie, le Royaume-Uni, la France, la Pologne, l’Autriche, l’Allemagne et la Suisse, ce dernier entend développer son projet en Italie, Espagne, Grèce, Serbie et Slovaquie. Un panorama glaçant des villes européennes dont « les municipalités sont entre les mains de partis populistes de droite, glissant pour certains vers le fascisme », précise-t-il.
Passionnée par le monde enfantin, Julia Gat s’intéresse quant à elle aux jeunes qui suivent un enseignement alternatif, sans école obligatoire. Une éducation qui lui est familière. « Lorsque j’étais petite, j’ai pratiqué la non-scolarisation. J’ai eu accès à un système personnalisé, préconisant des cours et des activités choisis par rapport à mes centres d’intérêt », confie-t-elle. Entre spontanéité et mise en scène, elle signe un portrait frais et coloré d’une enfance libérée. De l’extrémisme à l’insouciance, à travers cette nouvelle édition, les Prix ISEM réaffirment leur volonté d’encourager la diversité remarquable de la photographie documentaire.